Orange Room (EP, 2005)
Ed Sheeran (Album, 2006)
Want Some? (Album, 2007)
You Need Me (EP, 2009)
Loose Change...
“I made one record on Twitter [2009’s “Battle Studies”] and it wasn’t as enduring or dense as I wanted it to be. And I made this last record without...
Monica: “How can you not care?”
Joey: “Like this.”
She’s feeling well enough to sing “Forget You” with Chris Martin and Gwyneth Paltrow. It made the...
I want to say thank you, from the bottom of my heart, for the love and kindness you’ve shown me over the last week. It was such a wonderful and moving show of support that at times I almost felt embarrassed by it. (I don’t like taking up too much of the overall field of view.)
I also want you to know that I’m cool with things. Transitioning from bummed to inspired, and getting excited for you to hear this upcoming album while I dive deeper into another one.
Thanks again for the love.
John
Here’s a clip of the first single off Born and Raised, called “Shadow Days.” I’m excited to share the first bit of sound from the album… Been looking forward to a post like this since October 14, 2010, the first day I started writing this group of songs. Enjoy.
This is accurate.
IT’S HERE YOU GUYS. IT’S REALLY TRULY HERE, WE HAVE A CLIP TO PROVE IT
(via bellajannotti)
(via anothermachine)
Se tem um assunto que vem me incomodando ultimamente e em diversas instâncias é o tal do julgamento. Numa Era na qual a privacidade foi deixada de lado pela invasão em massa das redes sociais, se torna público também o ato da opinião. Todos se sentem donos da sua exposta vida, ou do exposto assunto, ou das expostas preferências o suficiente para emitirem sua opinião acerca do assunto como se aquilo os coubesse tanto quanto ao sujeito em questão.
O problema é que não cabem. As pessoas se tornam tão obcecadas com a imagem que terão perante os outros que acabam não sendo elas mesmas e julgando quem age de maneira diferente do que acreditam ser “politicamente correto”. Têm na ponta da língua uma opinião para emitir sobre diversos aspectos completamente irrelevantes, como a música adequada a se ouvir, a maneira correta de se entreter, a posição política a ser defendida, o livro a ser lido… O problema é que quando a questão vira algo que demande pesquisa e conhecimento, coisas que você não pode simplesmente procurar no Google, os mesmos sabichões de 5 min atrás se omitem.
As pessoas estão muito mais preocupadas em julgar as outras por suas aparências ao invés de se esforçar para ver além, enxergando suas atitudes, suas famílias, sua personalidade. Através dessa criação, vão escolhendo quem lhe parece mais adequado se relacionar para ser bem-visto por pessoas que fazem exatamente a mesma coisa. Se perdeu a autenticidade, a singularidade. Todos querem ser diferentes mas o fazem inutilmente de maneira igual. Não querem ser confundidos com uma massa por medo de passar pela vida assim, desapercebidos. Para que isso não aconteça, julgam para se sentir superiores e portanto especiais.
Agora para pra pensar o quanto nossa vida seria melhor se parássemos de julgar quem nos rodeia e passássemos a nos preocupar em melhor viver as nossas próprias vidas, sem ter que berrá-la por aí para que todos saibam e nos preocupar mais em sermos mais sábios em nossas próprias escolhas, que por acaso são o que definem quem somos? …
Geralmente essa é a noite do ano na qual eu faço um balanço do meu ano e uma espécie de planejamento com algumas espécies de metas que pretendo cumprir no próximo ano. Mas esse ano resolvi ser franca comigo mesma. Mas que diabos, eu odeio planejamentos. Sério, não gosto, não os cumpro. Com isso na cabeça, cheguei à conclusão de que eles nunca foram necessários, pois o melhor da vida acontece justamente aonde não esperamos, no que tava fora do script. Os maiores aprendizados saem das horas que nós não prevíamos, do acaso. As melhores palavras que podemos ouvir são as que não esperávamos que fossem ditas, é muito mais legal quando você encontra alguém querido por mera obra do destino, você aprende a contornar as situações ruins sozinho quando ninguém o avisou que elas aconteceriam. Por isso em 2012 te desejo mais espontaniedade. Desejo que você encha seus pulmões e não só fale mas grite pra quem quiser ouvir as palavras que ficaram presas na sua garganta, que você pule e cante muito ao som das músicas que você gosta, que você ilumine a todos em seu redor com sua felicidade. Se arrisque mais, roube beijos, se reinvente, volte atrás, siga adiante, saia da sua comodidade. Mude seu cabelo, volte pro seu corte de cabelo antigo, apóie uma causa justa, sorria mais, seja mais gentil, extravase quando precisar (afinal ninguém precisa se sentir bem 100% do tempo), se prove maior do que qualquer coisa que digam sobre você, faça novos amigos, preserve os antigos. Torça para o seu time, vá à praia, aproveite sua cidade. Sonhe. Em 2012 quero que você cresça em corpo e espírito, que você eleve sua alma. Que o novo ano irradie boas energias e te dê forças pra correr atrás de qualquer coisa que você ache que valha a pena. Para nós.
(Source: sl-0th, via fashionjunkie-and-rebel)